Diretor Financeiro - CFO


O Novo Papel da Área Financeira

 

A globalização está impondo desafios crescentes em termos de resultado. Os gestores enfrentam diariamente pressões para redução de custos e aumento das margens operacionais. Todas as atividades da empresa, sem exceção, são revistas periodicamente, na busca por uma maior produtividade. Recentemente, uma pesquisa realizada com as 100 maiores empresas relacionadas pela revista Fortune apresentou claramente esta tendência: nos últimos 10 anos, a redução dos custos relacionados com a área financeira e contábil chegou a 50%, baixando de 2,4 para 1,2% da receita destas companhias. Um dos elementos que impulsionou esta redução foi, evidentemente, a implantação de softwares que reduziram as rotinas manuais destes departamentos.

Atualmente, outra tendência vem se confirmando: a necessidade de se elevar a função da área financeira ao nível mais estratégico possível, agregando mais valor ao negócio. Desenvolver novas habilidades pró-ativas, passa a ser determinante para o novo papel dos gestores financeiros em todo o mundo, pois os Presidentes, Conselhos e acionistas em geral querem ser orientados por uma visão que realmente esteja presente em todas as áreas da empresa, a visão financeira.

Para implementar esta mudança, é essencial a aplicação de soluções que executem o Planejamento Financeiro, decorrente do Plano Estratégico, e realizem o amplo monitoramento das atividades da empresa. Estas soluções são denominadas de Planing e BPM - Business Performance Management. Em conjunto, estas atividades permitem a imediata correção dos rumos do negócio, alinhando definitivamente estratégia às operações. Estas soluções estão cada vez mais completas e acessíveis a empresas de todos os portes e de todos os segmentos e serão as responsáveis por fortalecer a visão sistêmica da área financeira.

No lado comportamental, a mudança do enfoque da gestão financeira nas organizações passa pela troca da postura passiva de coleta de dados e informações financeiras, para a análise dos cenários, simulação de novas situações e criação de inteligência capaz de apresentar soluções e impulsionar melhorias. Com este novo perfil e ferramentas adequadas, os executivos e colaboradores da área financeira serão capazes de entender todo o ambiente da empresa, inclusive elementos das áreas comerciais e produtivas, tornando-se um tipo de "cabine de comando" das operações da companhia. Esta idéia de pilotagem do negócio faz com que os executivos recebam e interpretem com mais rapidez os estímulos recebidos pela empresa (variáveis externas e internas ), respondendo a eles de forma rápida e - mais importante - embasada. Nesta cabine de comando, será mais fácil descobrir onde a empresa está ganhando ou perdendo dinheiro, onde e quando seria melhor e mais inteligente investir e em quais rotas de colisão a empresa não deve seguir.

Infelizmente, nem todas as ferramentas de software disponíveis no mercado oferecem a essencial capacidade preditiva, fundamental neste novo panorama. A criação de cenários e simulações permite aos gestores financeiros antever problemas e criar alternativas para eles. São também conhecidos por cenários "what-if/o que-se" e uma vez implementados, nenhum gestor consegue mais trabalhar sem utilizá-los. Com esta aparelhagem, a área financeira deverá atuar de forma consultiva, apoiando as demais áreas em suas demandas, complementando suas estratégias com os indispensáveis elementos financeiros da sua visão e eliminando visões isoladas, para o bem de toda a empresa.

É fato conhecido que a área financeira está sob intensa pressão em todos os segmentos de negócio e esta é uma grande oportunidade para demonstrar seu valor, reescrevendo suas funções, já um tanto desgastadas, e assumindo uma nova postura perante a alta-direção.

Atualmente, outra tendência vem se confirmando: a necessidade de se elevar a função da área financeira ao nível mais estratégico possível, agregando mais valor ao negócio. Desenvolver novas habilidades pró-ativas, passa a ser determinante para o novo papel dos gestores financeiros em todo o mundo, pois os Presidentes, Conselhos e acionistas em geral querem ser orientados por uma visão que realmente esteja presente em todas as áreas da empresa, a visão financeira.

Para implementar esta mudança, é essencial a aplicação de soluções que executem o Planejamento Financeiro, decorrente do Plano Estratégico, e realizem o amplo monitoramento das atividades da empresa. Estas soluções são denominadas de Planing e BPM - Business Performance Management. Em conjunto, estas atividades permitem a imediata correção dos rumos do negócio, alinhando definitivamente estratégia às operações. Estas soluções estão cada vez mais completas e acessíveis a empresas de todos os portes e de todos os segmentos e serão as responsáveis por fortalecer a visão sistêmica da área financeira.

No lado comportamental, a mudança do enfoque da gestão financeira nas organizações passa pela troca da postura passiva de coleta de dados e informações financeiras, para a análise dos cenários, simulação de novas situações e criação de inteligência capaz de apresentar soluções e impulsionar melhorias. Com este novo perfil e ferramentas adequadas, os executivos e colaboradores da área financeira serão capazes de entender todo o ambiente da empresa, inclusive elementos das áreas comerciais e produtivas, tornando-se um tipo de "cabine de comando" das operações da companhia. Esta idéia de pilotagem do negócio faz com que os executivos recebam e interpretem com mais rapidez os estímulos recebidos pela empresa (variáveis externas e internas ), respondendo a eles de forma rápida e - mais importante - embasada. Nesta cabine de comando, será mais fácil descobrir onde a empresa está ganhando ou perdendo dinheiro, onde e quando seria melhor e mais inteligente investir e em quais rotas de colisão a empresa não deve seguir.

Infelizmente, nem todas as ferramentas de software disponíveis no mercado oferecem a essencial capacidade preditiva, fundamental neste novo panorama. A criação de cenários e simulações permite aos gestores financeiros antever problemas e criar alternativas para eles. São também conhecidos por cenários "what-if/o que-se" e uma vez implementados, nenhum gestor consegue mais trabalhar sem utilizá-los. Com esta aparelhagem, a área financeira deverá atuar de forma consultiva, apoiando as demais áreas em suas demandas, complementando suas estratégias com os indispensáveis elementos financeiros da sua visão e eliminando visões isoladas, para o bem de toda a empresa.

É fato conhecido que a área financeira está sob intensa pressão em todos os segmentos de negócio e esta é uma grande oportunidade para demonstrar seu valor, reescrevendo suas funções, já um tanto desgastadas, e assumindo uma nova postura perante a alta-direção.



Escrito por Gláucio Cunha Barros às 17h18
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